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Mecanismo de busca da Google pune sites mal-intencionados




Novo algoritmo adicionado ao site de buscas detecta páginas que proporcionam negócios desvantajosos e diminui suas respectivas posições no ranking. 
Por Fabio Roberto Machado Jordão | 2 de Dezembro de 2010
Ideia genial para ajudar nas buscas
Um artigo do The New York Times resultou em reações por parte do time da Google. O mecanismo de buscas do site vai detectar as páginas mal-intencionadas e punir os autores com baixas posições no ranking de procura.
A notícia do jornal (clique aqui para acessar – somente em inglês) relata que ser mal-intencionado pode gerar lucros na internet, visto que o portal de buscas mais usado na web ajuda sites com propagandas enganosas a serem mais acessados.
Isso ocorre porque sites que praticam negócios desvantajosos acabam ganhando elevado número de críticas, o que significa muitos acessos. Com isso o mecanismo de busca verifica o grande volume de pessoas acessando e acaba entendendo que o site deve ter conteúdo interessante para outros internautas.
Espertinhos com os dias contados...
Para resolver a situação, a Google criou um algoritmo que serve, inicialmente, para resolver parte do problema. Apesar de não divulgar o método de atuação do novo sistema, a Google informou em seu blog oficial, que o site relatado na notícia do The New York Times junto com centenas de outros estão fora do topo do ranking.
A empresa das buscas relatou que não pode divulgar detalhes sobre o novo algoritmo justamente para que usuários de má índole não tentem ir contra o mecanismo. Além disso, o GoogleBlog informa que a equipe de programadores continuará melhorando este e outros algoritmos para que os internautas tenham melhores resultados nas buscas.

Falem mal, mas falem de mim...

A notícia do The New York Times reporta o caso de uma consumidora que fez negócios com um espertinho que aproveitou os dados e cobrou valores extras por um produto que nem mesmo foi entregue. O artigo é enorme e resultou em muitos comentários positivos para o jornal, por ter relatado com clareza as informações. Confira uma ilustração do caso (somente em inglês):
Ilustração do caso
Fonte: The New York Times (autor: David G. Klein)
Na notícia, o “vendedor” que não vendia nada teve a audácia de dizer que “...quanto mais respostas negativas eu tiver, mais negócios, acessos e vendas eu consigo. Meu objetivo é publicidade negativa” (em tradução livre).
A Google, por outro lado, mostra que o ditado não funciona mais com a ajuda do mecanismo de buscas. O blog oficial ressalta: “Being bad to your customers is bad for business” (ser mau para seus consumidores é mau para os negócios). Vale lembrar que alguns casos podem conseguir escapar do novo mecanismo, segundo a afirmação do blog oficial da Google.

Fonte:




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